Como já é de praxe no Volleyball atual, o favorecimento das seleções e times da casa vem se tornando um habito cada vez mais incomodo e perturbador. No começo desse ano, durante as eliminatórias europeias para as Olimpíadas de Londres, ficaram claros os critérios de avaliação dos juízes quando o assunto era a Turquia, na época, o país sede da competição. Naquela situação, as turcas conseguiram sua classificação para Londres, jogando bem, isso é verdade, mas contando com uma mãozinha dos árbitros locais; fato esse que irritou russas, alemãs e colocou a Federação Internacional de Volleyball (FIVB) em alerta.
O fato é que nesse final de semana a história voltou a se repetir, dessa vez pela primeira fase do World Grand Prix, mas especificamente no Grupo D, que jogou em Lódz na Polônia. O grupo que contou com Itália, Sérvia, Brasil e a própria Polônia, teve jogos difíceis e de nível elevado para seleções que não estavam completas. O problema foi mesmo os juízes que não facilitaram em nada a vida das “convidadas”. No jogo desse sábado, entre Itália e Polônia, muitas jogadas foram mal interpretadas e também usadas como vantagem as donas da casa. Como já tinha ocorrido no jogo anterior entre polonesas e sérvias, os juízes se equivocaram em algumas decisões e deu a intender o apoio a Polônia. Contando sempre com a pressão da torcida, as jogadas de difícil compreensão eram sempre a favor das polonesas. Porém, mesmo com esses erros, as italianas conseguiram manter um bom volume de jogo e venceram por 3 x 1.
O sinal de alerta fica por não ser a primeira vez em competições oficiais da FIVB que esses tipos de erros acontecem, prejudicando as equipes, as partidas e principalmente o espetáculo que é uma partida séria de vôlei. E com as Olímpiadas batendo na porta fica a expectativa de que menos erros e bom senso predominem nas decisões dos próximos árbitros nas competições futuras.
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| Jogo entre Polônia e Sérvia na última sexta |

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